Antes de ter esse blog, eu tinha tentado fazer um no Wordpress e achei complicado demais. Eu só queria algo que pudesse abrir, escrever e postar, sem tantas firulas. Até que lembrei do Blogspot, digitei o site e redescobri um blog antigo chamado "Como dizia o poeta".
Além desse, eu tive outro, eu usava um pseudônimo e era um sucesso danado, pra época, ter tido mais de 24 mil visualizações, era babado! Mas agora eu quero falar sobre esse outro que me deixou impressionada. Tem muitos posts, tantos desabafos e verdades que faziam parte da minha vida (notei que muita coisa ainda é igual).
Comecei a escrevê-lo em 2007, 13 anos atrás, então fui relendo algumas coisas como se nem fosse meu, até porque, como já disse, mal lembrava da existência dele. E que sensação gostosa e estranha de admiração pelo que li. Parece que a gente só sabe elogiar o que não é nosso, né?
Mandei esse blog atual pra uma amiga, Ayllime, nem meu marido leu ainda (ele não gosta muito de textões), que é uma das pessoas que mais conhece o que tem dentro de mim, no âmago e nas entranhas, mas espero em breve me sentir à vontade pra mostrar pra mais pessoas que curtam se conectar com textos.
Particularmente, tenho achado um alívio me encontrar novamente em livros, em blogs, sair um pouco do mundo dos stories. Acho até que isso me causa uma ansiedade, porque pra ver o tanto de vídeo que "tenho que ver", tenho que ter tempo, tenho que estar sozinha pra o áudio não incomodar ninguém. Sei lá, acho que preciso (acho que todos precisamos) reencontrar minha essência, que no momento, a que tá me deixando levinha, é escrever como se ninguém fosse ler.
Pra finalizar, eu sempre fui uma criança de escrever em diários! Hoje vejo que existem processos de "cura" que se utilizam de deles, pra que você entenda mais seus ciclos de humor, de sentimentos, que passe a respeitá-los. Não era essa a minha ideia quando voltei a escrever, mas a de botar pra fora coisas que ficavam guardadas, aliviar o peito um pouco e quem sabe até fazer alguém rir, alguém chorar, sei lá.
Por hoje é só. Ou não, amo escrever tarde da noite!
Bjs, Jô.
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